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Out 24, 2011

Lançamento do álbum Kadmirra do Aeromoças nesta 5a feira!!!

A banda Aeromoças e Tenistas Russas lançam no palquinho da UFSCar nesta 5a feira o seu primeiro álbum intitulado Kadmirra, finalizando uma tour de três semanas, que passou por Juiz de Fora, Rio de Janeiro, São Paulo e diversas cidades no sul do país. Acompanhe os diários de bordo aqui!

Esta será a primeira apresentação em São Carlos do novo show, que além de contar com nova formação e nova ordem do repertório, incorpora diversos samples que foram utilizados no disco, que é uma mixtape narrativa com as nove faixas interligadas. Para ir se preparando, acesse o perfil da banda no Toque no Brasil: aeromocas.tnb.art.br

O álbum foi produzido entre dezembro de 2010 a setembro de 2011 no Aparelho Coletivo pela banda e por Jovem Palerosi (aka Youngman), que também faz participação no show, assim como os parceiros Nilo Mortara, o MC Gaiva Protesta (Sub Loco Coletividade), o VJ Ocari e integrantes do Malditas Ovelhas! Estes últimos também comandam a discotecagem da noite, sob o codinome de Bocas Secas, com uma seleta de grooves psicodélicos.

Além disso, o Bexigão de Pedra, banda irmã da cena #SancaInstrumental é quem abre a noite, esquentando a cidade do clima para decolarmos juntos no grande show da noite. Ou seja, todos reunidos para mais um capítulo da história em uma grande celebração. É só chegar!!!

Confirme presença no evento!!!

Serviço:
Lançamento do álbum #Kadmirra
5a feira, dia 27/10 às 22h, gratuito, no Palquinho da UFSCar, com:
- Aeromoças e Tenistas Russas + convidados
- Bexigão de Pedra
- Discotecagem Bocas Secas

Realização: Aparelho Coletivo e Circuito Fora do Eixo
Apoio: Rádio UFSCar, Rádio Capivara e Gelo 15

Out 13, 2011

Imersão RS

por Jovem Palerosi

Cruzar o Brasil demorou aproximamente umas 12 horas, entre vôos, conexões e tudo mais. Depois de esperar algumas horas no aeroporto de Porto Alegre, fui muito bem recebido pelo grande figura Moyses Lopes. O cara é cabeção das antigas, tipo um vj/dj/músico/performer, que trabalha com vários projetos doidos e tem focado os trabalhos em intervenções e instalações. Nos conhecemos na SEDA em São Carlos e foi imediata a nossa identificação e vontade para fazer coisas juntos. Foi então que surgiu o convite para  fazer uma apresentação na Bienal do Mercosul em Santa Maria, no Espaço Recombinante, organizado pelo pessoal da Sala Dobradiça, parceiros do Macondo Coletivo.


Logo que cheguei, fui muito bem recebido pela família de Moyses com um churrsasco profissa e cervejas regionais, genial. Bons papos durante um tempo e depois ainda entrei noite a dentro para começar a preparar nossos trampo dos próximos dias. Foi minha primeira experiência com a APC 40, um controlador bueníssimo para trampar com o Live. Todo tempo livre que tive, foquei em estudar o software e preparar loops de bateria, sintetizadores e outros samples para tocar junto com loops de guitarra tocados ao vivo.

No dia seguinte, depois de trabalhar mais no período da manhã, fomos de tarde para Santa Maria, finalmente conhecer esta terra que sempre fazem referência a São Carlos. Recepção finíssima também de Cacau, Jeff Bernardo, Francine, Marcelo Cabala, Alessandra Giovanella, Elias e demais parceiros de lá. O primeiro dia ótimo para me contextualizar de todo o trampo na Bienal, e mais especificamente o contexto do Espaço Recombinante e da Sala Dobradiça. O grande lance foi a busca por resignificar o espaço/tempo criado na Gare, antiga estação de trem.

 

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Domingo, depois do clássico Risotão do Macondo Coletivo no Boteco do Rosário, foi mais um dia para interações na cidade, conhecendo melhor os espaços e mais especificamente o local onde faríamos a instalação no dia seguinte. Ah, ainda rolou mais um churrasco profissa organizado pelo Rami do Macondo Lugar.

Então chegou segunda-feira e tudo rolou maravilhosamente bem. Correria boa para montar toda a estrutura, testar e armar todos os equipamentos de áudio e vídeo. Do lado de fora, as projeções de Moyses tinham como base de imagem as letras do projeto, bancos de imagens dele e de outros parceiros. Comigo, do lado de dentro da casinha, montamos um lounge, com luzes coloridas, almofadas e um microfone livre para que as pessoas interagissem e nós íamos sampleando estes sons, que iam se incorporando a música.

 

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Tudo muito orgânico, interativo, bonito de se ver e participar. Todos gostaram muito da experiência, empolgante para ser levado ainda mais a fundo em próximas oportunidades. Estamos laboratoriando a frente de Eletrônica do Fora do Eixo e cada vez se tornam mais concretas as possibilidades que conseguimos nestas trocas de experiências em cada imersão como esta.
A viagem e os trabalhos continuam, agora de volta a Porto Alegre…

 

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fotos: Diogo Figueiredo/Macondo Coletivo

Recomb::in::situ mapping (Foto: Paulo Fernando Machado).

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